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<title>Novos MalDitos </title>
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<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 19:42:45 -0300</pubDate>
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<title>Novos MalDitos </title>
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	<title>Sobre Lucy - Fragmento 1</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/12/06/sobre-lucy-fragmento-1</link>
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		<description><![CDATA[<p>Ela sentou-se na areia<br />
Olhava o entardecer<br />
O sol sumia lentamente dentro do mar<br />
Não pensava em mais nada<br />
Não queria pensar em mais nada<br />
De repente sentiu algo<br />
Os pés molhados<br />
A maré estava subindo<br />
Poeticamente pensou<br />
“o mar veio ao meu encontro como o sol foi ao dele, estamos juntos nesse momento”.<br />
Levantou-se e caminhou rente as águas<br />
Sentia cada célula do seu corpo se engrandecer com aquele momento<br />
Foi o mais longe que pode<br />
Subiu em uma pedra<br />
Voltou a admirar o entardecer agora já em seus últimos segundos<br />
“qual seria o grande segredo dos mares?” pensou<br />
Seja qual fosse não sabia e se alguém soubesse, ela não o conhecia.<br />
Voltou a caminhar pelas ruas imundas com pessoas estranhas e feias,<br />
Rostos entre as sombras, assustadores,<br />
O lugar todo lhe incomodava<br />
“não é o lugar, são as pessoas” alguém disse,<br />
Mas de algum modo era o lugar também<br />
Era o lugar errado e... Quanto às pessoas, bom, como evitá-las?<br />
Simplesmente não dava<br />
Isso era terrível<br />
Finalmente chegou a casa<br />
Contas pra pagar<br />
Ligações pra retornar<br />
Todo o trabalho acumulado pra ser feito no fim de semana<br />
Nada de sair sábado<br />
Nada de tentar encontrar alguém que valesse a pena<br />
Sentou-se a mesa, escreveu um poema<br />
Guardou-o junto com outros<br />
Ligou pra mãe<br />
Disse que estava tudo bem<br />
Deitou-se<br />
Encharcou o travesseiro com lagrimas<br />
Por fim dormiu.
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/12/06/sobre-lucy-fragmento-1#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 06 Dec 2008 10:55:38 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Cicatrizes</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/09/20/cicatrizes</link>
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		<description><![CDATA[<p>Debaixo dos escombros ele procura o que sobrou<br />
Não foram bombas que destruíram sua casa, foi à estupidez...<br />
E em cada olhar ele encontra uma vida que ele nunca vai viver...<br />
E aonde quer que ele vá à culpa o seguirá,<br />
Porque ela está na sua mente... E é tão forte...<br />
E só de lembrar que a ferida continua aberta, ela dói mais...<br />
Sempre juntos ou nunca mais?<br />
Qual vai durar mais tempo?<br />
Ele prefere não saber, mas ele sabe... Não pode negar...<br />
Nunca mais... Nunca mais...<br />
Olhar vazio seguindo a rua<br />
Mesmo que todos o vejam eles simplesmente não entendem<br />
Tudo vai passar alguém diz, tudo sempre passa<br />
Mas e ai? Vai ser melhor? Você sabe?<br />
Não importa o amanha nem o ontem<br />
Mas e o agora? E o que eu sinto nesse momento?<br />
Ninguém responde, ninguém sabe ou ninguém se importa<br />
Ele apenas perdeu tudo, apenas ele perdeu tudo<br />
Nada meu, nada seu, só dele, só ele, só...<br />
Não foram bombas que destruiram sua casa, foi o egoismo<br />
Mas o que ele aprendeu?<br />
Sofre... Muda, depois esquece e erra outra vez<br />
Tudo passa, sempre passa<br />
Apenas cicatrizes são eternas<br />
E algumas estão na sua mente<br />
Sempre juntos...<br />
Apenas cicatrizes são eternas<br />
Algumas nos custam muito<br />
Nunca mais...<br />
Ele apenas prefere fingir<br />
Mas ele sabe<br />
Apenas cicatrizes são eternas
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/09/20/cicatrizes#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 02:24:38 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Eu ando tão comum</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/09/18/eu-ando-tao-comum</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/09/18/eu-ando-tao-comum</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong>Hoje eu acordei pra dar seqüência na cena<br />
A esperança chamada ultima chance<br />
Mas por alguma razão eu queria deixar ela de lado<br />
Pular a vez, ir pra próxima e começar outra provável queda<br />
Hoje eu acordei pensando que talvez fosse melhor fugir<br />
Fosse melhor ser outra pessoa com outra vida qualquer<br />
Por que por todas as noites que eu passei com a palavra presa na garganta<br />
E o sonho acorrentado aos pés esperando não afundar, tão tolo eu fui<br />
Ah... O desejo de voltar o tempo, o desejo de não desejar o que não se poder ter<br />
E todas as canções no radio falam sobre mim<br />
E eu me sinto tão triste quando o telefone toca e meu melhor não está aqui<br />
Hoje eu acordei pra dar seqüência ao tema<br />
Continuar a pensar que seria melhor não saber como termina<br />
E eu ando tão comum ultimamente que nem estrela cadente me encanta mais<br />
Oh Deus, me perdoa por todas as vezes que tranquei a verdade no peito<br />
Não por medo, mas por saber que a ferida seria dor sem cura<br />
E meu orgulho não permitia confessar a culpa e perder o que é especial pra mim<br />
Hoje eu acordei pra odiar a coragem de meus heróis<br />
Beijar o dia cinza sem perder a elegância no olhar<br />
Ah... Hoje eu acordei pra pensar em você a cada segundo sem saber por que<br />
Hoje eu acordei pra deixar o medo acelerar o coração<br />
Mas acordei pra saber que é melhor arriscar perder do que desistir de ganhar<br />
Hoje eu acordei pra repetir erros, sorrir sem saber por que<br />
E tem sido tanta coisa sem saber por que<br />
E ando tão comum ultimamente que até digo "tá tudo bem, e você?"<br />
Só pra evitar lembrar o que tem me feito mal<br />
Eu ando tão comum que até acho normal me sentir assim<br />
E nem sei mais quando é hora de parar e não sei quando devo voltar atrás<br />
E penso mesmo que por alguma razão eu te afastei de mim sem saber<br />
E penso que seja melhor te deixar assim pra não te machucar<br />
Mas sei que você prefere escolher e eu sempre tento controlar tudo<br />
E não sei por que, mas hoje acordei pensando que seria melhor não saber como termina.
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/09/18/eu-ando-tao-comum#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 01:06:32 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Um grito de dor</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/09/12/um-grito-de-dor</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/09/12/um-grito-de-dor</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong>Duas vidas em jogo, você sente medo.<br />
O silêncio te perturba gritando em sua mente<br />
Sua alma se sente só em busca de companhia<br />
Agora grite... Grite... Grite...<br />
Tente viver e enxergar esse sonho<br />
O pesadelo de perder mais uma vez é terrível<br />
Medos ameaçam a sua vida tudo vive em você.<br />
Tranque-se no quarto deixe a vida cuidar de você<br />
Sonhos reais melhor tranca-los<br />
Tudo que você vê nessa vida e uma ilusão<br />
Se não viver isso não vai sofrer<br />
Deixe a porta trancada e quando precisar<br />
Grite... Grite... Grite...<br />
Vai se sentir melhor sem a dor<br />
Ligue a TV, veja o quanto é desesperador esse mundo.<br />
Agora desligue, veja o reflexo do seu rosto na tela.<br />
O que acha de viver nesse seu mundo sem dor?<br />
Quando precisar não esqueça<br />
Grite... Grite... Grite...
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/09/12/um-grito-de-dor#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 01:40:16 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Que se dane o dia comum, eu quero mesmo é você</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/09/07/que-se-dane-o-dia-comum-eu-quero-mesmo-e-voce</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/09/07/que-se-dane-o-dia-comum-eu-quero-mesmo-e-voce</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong>Hoje é um daqueles dias<br />
Dia comum, sabe?<br />
Mas daqueles que quando o telefone toca você pensa palavrão<br />
Tem vontade de mandar o chefe pra ponte que caiu<br />
Dia comum mesmo<br />
Motoboy passando, jardineiro arrumando a praça, criança indo pra escola<br />
Dia comum, mas você não ta a fim de nada e não sabe por que<br />
Pois é, hoje é um dia assim, dia comum<br />
Chegou conta pra pagar, o marido da irmã da tia da vizinha morreu<br />
Odeio dia comum, previsível, entediante<br />
Coloco mais pó no café só pra mudar o gosto do dia<br />
Pego outro ônibus só pra ver outra forma de chegar ao mesmo lugar<br />
O pior é que em dia comum todo mundo tem cara de filme barato<br />
Daqueles com enredo fraco e ator em fim de carreira<br />
Dia comum cansa mais que o normal<br />
Puts... Dia comum é normal<br />
Por isso a falta de ar e a dor nas pernas<br />
Nem sei, pensei em te ligar e marcar de ver filme<br />
Mas filme velho, aquele que a gente já viu um monte de vezes<br />
Só pra gente poder conversar sem perder a historia<br />
Pensei em comprar vinho e flores e aparecer sem avisar<br />
Pensei tanta coisa, mas é dia comum e eu preso no trabalho<br />
Pensei em mandar tudo pro inferno e voltar pra casa<br />
Dormir depois do almoço, lá pra 1 da tarde e acordar as 6 e meia<br />
Pensei, pensei e deixei escapar pela boca<br />
"ah que merda de dia"<br />
Hoje é dia comum<br />
Comum mesmo, sabe?<br />
Por que eu sempre venho aqui, penso nessas coisas<br />
Mas vai ver nem precisa ser assim, acho que não precisa<br />
Será que eu arrisco?<br />
Droga, sempre penso isso...<br />
Ah! Quer saber? Que se dane tudo<br />
Foda-se o dia comum, o motoboy e as contas que eu fiz<br />
Sinto muito Senhor Jardineiro, mas eu vou pisar na grama e cortar caminho<br />
Vou dispensar o vinho e o filme<br />
Dispensar as desculpas que eu sempre invento<br />
Vou tocar a campainha e te abraçar antes de dizer oi<br />
Vou deixar a luz do sol que passa pela janela saber que hoje eu fui seu<br />
Vou fazer teus olhos ficarem em mim a cada segundo<br />
Vou deixar escapar por entre meus lábios a mais comum das frases comuns<br />
A mais simples e tola, porém sincera verdade comum que eu sufoco tantas vezes<br />
Vou dizer sem medo de que possa soar clichê<br />
Eu te amo e preciso de você.
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/09/07/que-se-dane-o-dia-comum-eu-quero-mesmo-e-voce#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 12:30:11 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Hoje</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/09/02/hoje</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/09/02/hoje</guid>
		<description><![CDATA[<p><em><strong>Sentado ao lado da janela em um dia de chuva<br />
Com algumas gotas a cair em minhas mãos<br />
Vejo os telhados da velha fabrica cuspindo fumaça<br />
Vejo as pessoas embaixo das marquises<br />
Todas tão longe e tão inalcansáveis em sua solidão<br />
Hoje eu poderia esvaecer e ninguém iria perceber<br />
Sentado ao lado de um porta retrato em um dia de chuva<br />
com algumas lembranças a rodar em minha mente<br />
Vejo os sorrisos que eu não soube manter<br />
Vejo essas lembranças sendo cada vez mais irrecuperaveis<br />
Todas trancadas por palavras que não sairão da garganta<br />
Hoje eu poderia chorar e ninguém iria saber<br />
Sentado olhando a chuva<br />
Sentindo o vento<br />
Pensando no passado<br />
Hoje eu poderia nem estar ali<br />
Sentado olhando o passado<br />
Sentindo a chuva<br />
Pensamentos soltos ao vento<br />
Hoje eu não queria estar ali<br />
Sentado ali hoje com a chuva<br />
Mas apenas com uma parte dela<br />
Não posso ter tudo, nunca posso ter tudo<br />
Se fosse só hoje, mas é sempre assim<br />
Sentado ali com as lembranças<br />
Apenas lembranças<br />
Sentado ali hoje<br />
Hoje<br />
E eu nem tenho aonde ir
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/09/02/hoje#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 01:54:09 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>fique</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/08/27/fique</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/08/27/fique</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong>Eu não sei o que passa em sua mente<br />
É tão fria as vezes que ate me arrepia<br />
Quando o sino bate 10 vezes desaparece do meu alcance                                              sente a minha voz sussurra em seu ouvido<br />
Sente a minha presença cada vez mais perto<br />
E sabe que um dia vai ter que dá um ponto final em tudo<br />
O futuro depende muito de como ela me olha<br />
A contagem regressiva começo, e eu aqui sem pode te sentir.<br />
Eu não tenho o que ela quer, eu sou apenas eu.<br />
Se eu ao menos fosse um herói<br />
Lutaria pelos seus sonhos<br />
Tudo o que eu fiz foi pra te manter comigo<br />
Mesmo que seja falso para você eu consigo sentir aqui pra gente<br />
O tempo vai passando o medo aumentando<br />
E só uma certeza consegue fixa (você)<br />
Se for pouco a felicidade para você vou tentar ir mais além<br />
Agora pense na gente e me traga seu o que mais verdadeiro você tem<br />
Mesmo que seja por uma noite, eu quero sentir.<br />
Na mesma noite me deixe partir pra que esse momento fique<br />
Fique... Fique... Fique....<br />
Ate o sempre.
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/08/27/fique#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 15:34:41 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Próxima estação</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/08/27/proxima-estacao</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/08/27/proxima-estacao</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong>Você chega tão tarde e diz que ainda é hora<br />
Somos jovens e qualquer coisa é fácil quando se importa<br />
Ah você nem disse seu nome e eu te queria na minha cama<br />
E deixaria aquelas promessas pra depois<br />
Eu nem sei se cumpriria, mas falar é mais forte.<br />
E alguém diz que "pode ser", mas eu não sei.<br />
E é tão fácil sujar o nome quando todos são inocentes<br />
Mas meu bem somos só nós e a chuva não chora nosso final<br />
Bem sei que por mim tanto faz ficar sem ninguém às vezes<br />
Pois a solidão me ensina mais sobre mim<br />
E essa gente toda é meio idiota quando se cega<br />
Lembra quando te disseram "é pra sempre"?<br />
É... E tinha que estar lá toda sexta<br />
Mesmo que sua mãe dissesse "ta tão frio, fica aqui"<br />
E então? Você nem sabe se meus olhos se enganaram<br />
Ou se estou mesmo nessa de falar de amor só por moda<br />
Mas vai ver seja mesmo aquele garoto velho dos poemas sem rima<br />
E que te mandou beijo na quinta de manha<br />
Enquanto todos esperavam seu aniversario só pra dar "oi"<br />
Ah fica aqui meu bem que hoje eles são tão tolos e velhos bobos<br />
E eu te quero bem, e nesses lençóis tem teu cheiro.<br />
Fica aqui que quero escrever poemas por teu corpo<br />
E guardar lembranças pra próxima estação</p>
<p>Ah vem dançar mesmo sem saber<br />
Pois não ligo mais se é bobo se perder<br />
Vem dizer que ta tudo bem<br />
Que quero guardar teus olhos nas lembranças
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/08/27/proxima-estacao#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 01:13:39 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Obrigado e até mais...</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/08/13/obrigado-e-ate-mais</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/08/13/obrigado-e-ate-mais</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong>Já faz um tempo, tempo que não volta mais...<br />
E tudo foi ficando pra trás.<br />
Meus olhos mudaram<br />
Pelo horizonte se apaixonaram<br />
E eu descobri, também quero que você entenda<br />
Que eu acreditar em mim, ainda sim vale a pena...</p>
<p>Perdido entre as pessoas que sempre vão e vem<br />
Entre avenidas e entre as vidas que não me encaixei<br />
Como uma gota de chuva entre tantas<br />
A encharcar seu rosto que antes por desgosto<br />
As lagrimas vieram visitar<br />
Ah, eu bem sei que não, que já não sei mais...</p>
<p>Quantos pedidos fiz<br />
Pras estrelas de giz que caíram<br />
Enquanto eu voltava pra casa com papeis amassados<br />
E sonhos rabiscados a encher meus bolsos<br />
Então com calma me deixa terminar<br />
Tudo que hoje eu decidi te falar</p>
<p>Por que eu quero te agradecer e dizer,<br />
Foi bom viver aqui<br />
Mas eu cresci e tenho que partir...<br />
E por estar ao meu lado<br />
Agora e sempre muito obrigado<br />
Não vou te esquecer jamais<br />
E isso não é adeus, é só um até mais...</p>
<p>Já faz um tempo, tempos atrás<br />
Que eu queria sempre, sempre algo mais<br />
E pena era não saber o que<br />
Ou se sabia ainda duvidava do por que<br />
Ah, ser feliz às vezes é mesmo complicado<br />
Você é sempre tido como o bobo apaixonado</p>
<p>Pela vida, pelas escolhas que faz<br />
Pelo próprio coração, pela própria paz...<br />
Então me deixa terminar<br />
Tudo que hoje eu decidi te falar...
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/08/13/obrigado-e-ate-mais#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 16:43:21 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Dias comuns</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/07/13/dias-comuns</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/07/13/dias-comuns</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong>As primeiras horas do dia<br />
Os primeiros pensamentos<br />
Tudo sempre se repete e eu não sei por que<br />
A primeira pessoa que vejo<br />
Um bom dia<br />
Espera, a primeira pessoa que vejo sou eu<br />
Na verdade o espelho<br />
Mas ele nunca me deseja nada, apenas lamenta<br />
Minha primeira esquina dobrada<br />
O sol na cara, as mãos no bolso, o frio no rosto<br />
Pensamentos que finjo não ter<br />
É so mais um dia<br />
Um outro dia<br />
Um mero e comum dia<br />
Estou tão cansado<br />
As horas não passam<br />
É tudo tão vazio e eu não sei por que<br />
E é assim todo dia<br />
Aquele lugar<br />
Aquelas pessoas<br />
Aquela chama que tem se apagado em mim<br />
Não sei<br />
Juro que não sei<br />
Ou talvez não lembre<br />
Meu passado, meu presente e meu futuro<br />
Promessas feitas e promessas desfeitas<br />
As palavras se repetem<br />
Até mesmo frases inteiras<br />
E ações, gestos e olhares<br />
Mas enfim acabou o dia<br />
O hoje<br />
Amanha começa de novo<br />
Talvez isso nunca acabe de verdade.
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/07/13/dias-comuns#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 10:51:06 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Nada</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/05/11/nada</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/05/11/nada</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong>Apaguei a ultima lampada<br />
estava no total escuro<br />
e ali eu queria ficar<br />
não via nada<br />
não ouvia nada<br />
e quem me dera nada sentir<br />
não sentir remorso pelo passado<br />
não sentir medo pelo futuro<br />
às vezes me sinto o homem com as obrigações<br />
às vezes me sinto a metamorfose<br />
que ninguem entende<br />
ou que preferem não entender<br />
por ser diferente<br />
apenas diferente.</p>
<p>Quanto tempo se passou<br />
desde meu ultimo pensamento claro e objetivo?</p>
<p>Às vezes eu sou um anjo<br />
às vezes sou um demonio<br />
embora sempre me sinta igual por dentro<br />
vai ver eu seja nada<br />
seja apenas a visão de outros<br />
seja imutavel<br />
mesmo que seja diferente pra cada olhar<br />
pra cada sim e pra cada não<br />
talvez eu seja isso...<br />
Sim eu sou isso...<br />
Exatamente o que você acha<br />
sim eu não sou nada mais do que o que você enxerga.</p>
<p>Tantas vozes na casa ao lado<br />
embora não more tanta gente lá<br />
queria saber o que eles festejam<br />
mas a resposta não esta no convite largado sobre a mesa<br />
seria essa a razão das festas?<br />
Encontrar o que celebrar?<br />
Ou apenas aproveitar pra esquecer<br />
esquecer que não temos o que comemorar?</p>
<p>A porta se abre<br />
murmura alguma coisa e espera uma resposta<br />
Diz que morri<br />
não, essa não é uma boa resposta<br />
diz que dormi então<br />
é quase a mesma coisa enfim<br />
diz apenas que minha frustração<br />
é maior que qualquer banquete<br />
seja oferecido aqui ao lado<br />
ou no proprio olimpo<br />
diz que o vazio que eu sinto agora<br />
é tão grande que é capaz de engolir<br />
a felicidade que eles não sentem<br />
que isso que estou remoendo agora<br />
é importante apenas pra mim<br />
por isso não quero dividi-lo com mais ninguem<br />
diz que sou isso...<br />
Apenas isso enfim...<br />
A porta se fecha e me devolve meu eu<br />
Vai mentir por mim<br />
dizer coisas que eu não posso<br />
coisas que confortam...</p>
<p>Há uma razão por traz de cada sonho<br />
uma razão por traz de cada decepção<br />
e os sonhos de uns são a decepção de outros
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/05/11/nada#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 11 May 2008 16:16:00 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Um copo para vida</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/04/19/um-copo-para-vida</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/04/19/um-copo-para-vida</guid>
		<description><![CDATA[<p>Um copo de vinho apenas para uma reação tão soberba<br />
Seu sangue não co-réu bem pelas minhas veias<br />
Parece que um vidro veio junto na descida<br />
Confiei em seus conselhos, parecia tão real.<br />
Pensei que isso era coisa de cinema<br />
A cena era tão forte que nem sei se quero acreditar ainda<br />
Podia ter quebrado tudo, mas fui fraco!<br />
No entanto nada estava escrito<br />
A dor se foi no quebrar do vidro<br />
Aqueles segundos um amor falso<br />
Valeu horas para uma amizade que juro foi por acaso<br />
Metade dos meus sonhos está escondida nos ares<br />
Tempestades de revoltas tendem a me seguir<br />
Não sei aonde ir agora<br />
Sempre te procurei nas horas dificieis<br />
Não tinha uma reserva para esse momento<br />
Podia correr para meu quarto, porém seria fraca essa atitude.<br />
Seria fácil fingir que nada disso aconteceu, ao menos dormirei tranqüilo.<br />
Acabei voltando para o mesmo caminho<br />
E ainda todas as barreiras estão lá, esperando um novo recomeço.
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/04/19/um-copo-para-vida#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 01:02:09 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Perseguindo ilusões</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/04/08/perseguindo-ilusoes</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/04/08/perseguindo-ilusoes</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong>Ela é feita de sonhos e é um sonho que eu não posso ter<br />
mas eu sempre sonho que posso<br />
e mesmo quando minhas palavras a alcançam<br />
minhas mãos continuam distantes<br />
e meus pés dão voltas e voltas sem rumo<br />
e eu sempre acabo no mesmo lugar<br />
deitado, com a cabeça cheia de imagens de coisas que eu não vivi<br />
e outra vez eu olho pela janela e vejo uma paisagem imutavel<br />
e penso que talvez eu ja seja parte daquele cenario<br />
ou que eu esteja apenas me acostumando com a solidão<br />
e meu vicio seja perseguir ilusões que eu mesmo crio...</p>
<p>Aos poucos vou juntando os meus cacos outra vez<br />
fui feito em pedaços tantas vezes que nem lembro mais...<br />
Nunca encontrei o paraiso prometido<br />
mas a estrada ainda não acabou<br />
estou fazendo meu caminho seguindo meu coração<br />
isso já está tão fora de moda hoje em dia<br />
mesmo entre aqueles que conheço<br />
mas eu sou eu e é isso que importa<br />
Cada um tem um jeito de encarar as coisas<br />
é isso que faz de uns fortes e de outros fracos<br />
não sei em que definição eu estou<br />
talvez um pouco lá e um pouco cá...</p>
<p>Não sei porque eu sempre começo falando de uma coisa<br />
e acabo em outro lugar<br />
ou no fundo seja tudo apenas sobre mim<br />
e eu não sei mais disfarçar que não sei como prosseguir<br />
pois essa estrada é tão igual que nem sei em que ponto estou<br />
e eu preciso de alguem pra me guiar<br />
mas ela é feita de sonhos<br />
e é um sonho que eu não posso ter<br />
pois meu vicio é perseguir ilusões.
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/04/08/perseguindo-ilusoes#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 01:48:53 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Ter Ou Ser um Herói</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/30/ter-ou-ser-um-heroi</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/30/ter-ou-ser-um-heroi</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong><em>Eu já tive um herói na minha infância<br />
O que faltava ele preenchia<br />
Só precisava viver sendo apenas eu<br />
Algumas coisas e pessoas mudaram, perdi a coisa de mais valor que tinha.<br />
Perdi a confiança não em mim, mas no que achava certo.<br />
Então minha alma de criança foi roubada antes da hora<br />
O herói que tinha morreu antes de cumprir sua missão<br />
Fiquei só, pois queria ser uma pessoa que não era.<br />
Descobri que as etapas da vida devem ser compridas<br />
No entanto lágrimas vão cair dos teus olhos
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/30/ter-ou-ser-um-heroi#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 23:35:12 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Do que eu fui</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/27/do-que-eu-fui</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/27/do-que-eu-fui</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong>Existe tão pouco em mim daquela criança que fui<br />
Sorridente, agitada, cheia de inocência e sonhos<br />
Agora os sorrisos são poucos, quase nenhum<br />
As agitações são outras, apenas correria do trabalho pra casa<br />
E aonde foi a inocência? Nem sei o que restou dos sonhos<br />
Entre uma farpa e outra escondida nos abraços diários<br />
Pessoas falsas, beijos sem gosto, olhares mortos<br />
Estou escondendo meu medo de ser vazio também<br />
Apenas flor de plástico em vaso sem água e sem borboleta a me  procurar<br />
Deixado no triste canto de uma sala<br />
Sem sol e sem chuva que me toquem de leve no rosto<br />
Sem direito a morrer e ter atenção por poucos segundos que  sejam<br />
Resta tão pouco em mim do que eu fui<br />
Seria capaz de colocar em palavras doces<br />
Ainda sincero nas lagrimas<br />
Ainda perdido em pensamentos<br />
Ainda apaixonado sabe-se lá pelo que<br />
Resta tão pouco em mim do que eu fui<br />
Resta tão pouco em mim dos sonhos que tive<br />
Da alegria que senti, do amor que dei, dos sonhos que dividi<br />
Resta tão pouco em mim de mim mesmo<br />
Nem sei se sou eu ou se sou copia barata<br />
Vazia, desbotada, monte de defeitos gritantes<br />
Resta tão pouco em mim daquela criança que fui<br />
Tudo se resume em um olhar triste, mas com ponta de esperança
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/27/do-que-eu-fui#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 02:55:15 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>É você que me faz assim...</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/21/e-voce-que-me-faz-assim</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/21/e-voce-que-me-faz-assim</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong>Outra vez eu te deixo ir com a canção errada<br />
E levo as cinzas comigo pra outro lugar<br />
Não é adeus, é apenas distancia demais entre o tempo<br />
Tantas vezes eu olhei teu retrato e sonhei<br />
E quantas vezes eu mordi a língua por medo de dizer?<br />
E digo coisas que nem tem por que<br />
Ás vezes penso que me acostumei com a tristeza<br />
Poderia nunca mais viver sem ela<br />
Me afogo em veneno doce que criei sem saber<br />
Deitado nas sombras do manto da noite<br />
E os anjos apenas sorriram e tocaram meu rosto<br />
Pois no fim são tão perdidos nesse mundo como eu<br />
Vem beijar meus lábios<br />
Vem tocar minhas mãos<br />
Vem dizer outra vez que me ama<br />
Não que eu precise disso pra viver, mas isso me faz tão bem<br />
Vem me buscar pra sair<br />
Vem me levar pra dançar<br />
Vem andar comigo na chuva<br />
Não que eu precise disso pra viver, mas me faz viver tão bem<br />
Vem morar comigo<br />
Vem casar comigo<br />
Vem ter um filho comigo<br />
Não que eu precise disso pra viver, mas me faz ficar tão bem<br />
Vem e me olha nos olhos<br />
Vem e vê que é tudo verdade<br />
Vem e fica aqui<br />
Não que eu precise disso pra viver, mas me faz ir alem<br />
Vem e me faz sorrir<br />
Vem e me faz suspirar<br />
Vem e faz eu me sentir vivo<br />
Não que eu precise disso pra viver, mas que graça tem viver sem tudo isso?
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/21/e-voce-que-me-faz-assim#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 02:15:18 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Vítima de um jogo sem razão</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/21/vitima-de-um-jogo-sem-razao</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/21/vitima-de-um-jogo-sem-razao</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong><em>Ser um brinquedo sem poder escolher<br />
Ao menos saber que está sendo usado<br />
Esse não é meu verdadeiro motivo<br />
Sem saber fui participando do jogo<br />
Ninguém quis me dizer que eu era o alvo<br />
Apenas um interruptor para seus problemas<br />
Para ser uma amostra de valor pessoal<br />
Agora descobri o que eu não queria<br />
Viciei nesse jogo<br />
Só que não tenho você para jogar<br />
Procuro novas pessoas<br />
Porém nada é como antes<br />
Aprendi a jogar, porém sem você to perdido.<br />
As regras do jogo<br />
Diz que não tínhamos ainda acabado<br />
Os olhos nem via o fim do jogo<br />
A retina ainda está firme e fixada na partida<br />
Ao chegar do outro dia nosso jogo estava atrapalhado<br />
Peças não coincidiam em seus lugares<br />
Foi terrível poder avistar isso<br />
Alguém terminou essa nossa partida<br />
Seu destino pertence ela agora<br />
Essas eram as regras<br />
Do que hoje eu já não jogo mais.
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/21/vitima-de-um-jogo-sem-razao#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 00:36:19 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Não por você, mas por mim mesmo...</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/20/nao-por-voce-mas-por-mim-mesmo</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/20/nao-por-voce-mas-por-mim-mesmo</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong>Inconscientemente voltei a ser o anjo sem asas<br />
Andando pelas sombras dos meus pensamentos<br />
E assim como antes estava perdido nessa fantasiosa alegria<br />
Os confetes do meu carnaval eram cinzas de sonhos<br />
Quão triste era o arlequim, quão triste olhar e só ver a mim<br />
E aquela voz que cantava agora o fazia com olhos úmidos<br />
Tristeza minha que mostrei a ti<br />
Tristeza minha que sempre será minha<br />
Tristeza minha que escondi de ti<br />
Tristeza minha que nunca esqueci<br />
Eram mesmo esses deuses filhos do tempo<br />
E eram mesmo essas lembranças feridas sem cura<br />
O que eu faria por ti eu nem sei dizer<br />
Se morreria ou viveria para sempre por ti<br />
O que te faria mais feliz?<br />
Eram mesmo ilusões as cartas feitas em manhas de inverno<br />
Frio demais para sonhar<br />
Corações frios demais para amar<br />
Não por você, mas por mim mesmo e por outras tantas coisas<br />
Eu jogo o jogo da verdade<br />
Canhão de lagrimas pronto pra disparar<br />
Eu logo saberia o que era o adeus<br />
E deus mostrou seu rosto triste<br />
Não por mim, mas por ele mesmo e por outras tantas coisas<br />
E eu logo saberia o que era magoar<br />
E logo saberia o que era se decepcionar<br />
E logo saberia o que era perdoar<br />
E saberia o que era odiar<br />
Não a você, nem a mim mesmo, nem a Deus, mas um monte de  outras coisas<br />
E era mesmo esse sonho filho do tempo<br />
E era mesmo canhão de lagrimas<br />
Pronto pra explodir em meu peito<br />
Não por você, mas por mim mesmo<br />
Oh Deus<br />
É você mesmo filho do tempo, e eu já não tenho tempo.
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/20/nao-por-voce-mas-por-mim-mesmo#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 01:33:58 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Outros olhos, outros tempos agora.</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/19/outros-olhos-outros-tempos-agora</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/19/outros-olhos-outros-tempos-agora</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong>O sangue escorre pelos dedos por todos esses anos de duvida<br />
As lagrimas me serviram de refugio, mas tiveram seu preço.<br />
Meu sonho de deixar aquele vazio no passado fracassou<br />
É você que sempre me deixa em duvida<br />
Mas é você que sempre me conforta<br />
E quem é aquele no espelho?<br />
Tão velho e magro, meio feio, outros olhos, outros tempos agora.<br />
Andei pensando em me mudar daqui<br />
Andei mudando umas coisas por aqui<br />
E eu sempre tão confiante e sempre tão distraído<br />
Era mais simples antes, eu e você, e mais umas pessoas também<br />
É... Foi ontem eu sei, e ontem não tinha rugas e nada disso.<br />
20 e poucos você diz, quase esqueci.<br />
Ja faz tanto tempo que vejo esse cenário e nada mudou<br />
E ja faz tanto tempo que faço parte desse cenário<br />
Nada mudou, e eu? Mais velho, e você? Mais longe<br />
Sonho e esperança nascem como flores<br />
Mas ai vem o outono, sempre tem outono.<br />
É mesmo você que sempre me conforta<br />
Mas quem é que te faz promessas?<br />
Eu já não faço mais nada por nós faz tanto tempo<br />
Deixei aquele lance de amor pra lá<br />
Tão fora de moda e tão bobo às vezes<br />
Mas eu curti um tempo<br />
Bonito como uma flor<br />
Depois veio o outono<br />
Sempre vem o outono<br />
E agora eu nem sei mais o que<br />
Sou apenas eu e o cara no espelho<br />
Tão velho e tão magro, meio feio.<br />
Outros olhos, outros tempos agora.
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/19/outros-olhos-outros-tempos-agora#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 02:02:56 -0300</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>solidão</title>
	<link>http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/16/solidao</link>
	<guid>http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/16/solidao</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong>Os meus braços não encontram a sua mão<br />
Precisso só de uma ajuda<br />
Não sei se posso encontrar em você a segurança<br />
Já tentei várias vezes te encontrar<br />
Agora que estou quase me matando você aparece?<br />
Está tão fácil agora<br />
Prefiro ainda não acreditar<br />
Não sinto firmeza em seu olhar<br />
Quem foi que te mandou aqui?<br />
Veio para ver os meus restos?<br />
Não sei o que quero exatamente<br />
Na minha mente tem várias lembranças vivas<br />
Lembro que sonhei com você uma vez<br />
Sua respiração agora esta mais alfegante<br />
O que está acontecendo?<br />
Não... Não...<br />
Meus pensamentos estão confusos<br />
Não sei para onde ir<br />
Não sei o que seguir<br />
Não adianta me ajudar se não vai estar comigo depois<br />
Prefiro desistir se tiver que ser assim<br />
Precisso de você para um todo<br />
E quando você precisar de mim?<br />
Não... Não...<br />
Vá e desapareça precisso de mim mesmo<br />
A lembrança se é o que te importa vai viver sempre em mim<br />
Finja que não teve nada a ver com isso e tente dormir em paz.
</p>
<p><a href="http://jdash.nireblog.com/post/2008/03/16/solidao#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 00:13:13 -0300</pubDate>	</item>
</channel>	
</rss>
 
